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História das padroeiras
CATEQUISANDO - História das padroeiras

História de Santa Bárbara

Santa Bárbara nasceu em Nicomédia, na Ásia Menor, pertencendo a uma família de certa posição social. Às ocultas dos pais, fanáticos pagãos, conseguiu instruir-se na religião cristã. Devia ter tido especiais dotes de beleza e inteligência, porque seu pai, Dióscoro, depositava nela as mais radiosas esperanças em vista de um casamento honroso. Mas Bárbara apresentava indiferença às solicitações do pai, até que este descobriu sua condição de cristã. Ficou, então, furioso e seu amor paterno se transformou em ódio desumano. Ameaçou-a com torturas e, finalmente, denunciou-a ao prefeito da província, Martiniano. O coração da Jovem Bárbara sentia-se dilacerado entre amores opostos: o dos pais de uma parte e o de Cristo, amor supremo. Verificou-se nela a palavra do Divino Mestre: "Não julgueis que vim trazer a paz a terra. Eu vim trazer a divisão entre o filho e o pai, entre a filha e a mãe, e os inimigos do homem serão as pessoas da própria casa" (Mt. 10,34-36). Bárbara suportou o processo com firmeza e altivez cristã, protestando sua fidelidade a Cristo, a quem tinha consagrado sua virgindade. Era o tempo do imperador Maximiano, nos primeiros anos do século IV. O juiz, vendo a obstinação da jovem cristã em professar a fé, mandou aplicar-lhe cruéis torturas, mas suas feridas sempre apareciam curadas. Pronunciou, então, sua sentença de morte. O próprio pai, Dióscoro, furioso em seu cego paganismo, decepcionado em seus interesses, num excesso de barbárie, prontificou-se para executar a sentença: atirou-se contra a filha, que se colocou de joelhos em atitude de oração, e lhe decepou a cabeça. Logo após ter praticado seu hediondo crime, desencadeou-se formidável tempestade e o pai, atingido por um raio, caiu morto. O culto de veneração desta santa do Oriente passou para o Ocidente, sobretudo, Roma, onde desde o século VII se multiplicaram as igrejas e oratórios dedicados a seu nome. Esta santa é invocada, sobretudo, como protetora contra a morte trágica e contra os perigos de explosões, de raios e tempestades. Na iconografia cristã Santa Bárbara é geralmente apresentada como uma virgem, alta, majestosa, com uma palma significando o martírio, um cálice como símbolo de sua proteção em favor dos moribundos e ao lado uma espada, instrumento de sua morte.

      Oração da Santa Bárbara

Santa Bárbara, que sois mais forte que as torres das fortalezas e a violência dos furacões, fazei que os raios não me atinjam, os trovões não me assustem e o troar dos canhões não me abalem a coragem e a bravura. Ficai sempre ao meu lado para que possa enfrentar de fronte erguida e rosto sereno todas as tempestades e batalhas de minha vida, para que, vencedor de todas as lutas, com a consciência do dever cumprido, possa agradecer a vós, minha protetora, e render graças a Deus, criador do céu, da terra e da natureza: este Deus que tem poder de dominar o furor das tempestades e abrandar a crueldade das guerras. Santa Bárbara rogai por nós.

 

 

 

História de Santa Cecília

Santa Cecília nasceu no princípio do século III de uma antiga e ilustre família da nobreza romana, Gens Cecília, famosa já no século V antes de Cristo. As notícias relativas à história desta Santa apresentam-nos Cecília como uma virgem amante de Jesus e da virtude, que assistia todos os dias às missas rezadas pelo papa Urbano nas catacumbas da via Ápia, onde procurou o Santo Pontífice e lhe confessou como desde criança se havia consagrado a Jesus Cristo e lhe suplicou que aceitasse o seu voto de castidade. Praticava o amor a Deus e ao próximo, especialmente aos pobres, que são a Imagem de Jesus. Respeitava servos e escravo acolhia benignamente os mendigos e oferecia-lhes, juntamente com a esmola, uma palavra de conforto, para mitigar os seus sofrimentos. Sem o seu conhecimento, foi prometida em casamento por seus pais a um nobre jovem de nome Valeriano. Diz à lenda que no dia de núpcias, Cecília cantava a Deus, o hino da pureza e declarou a Valeriano, ainda pagão, como ela Lhe pertencia totalmente e que um anjo guardava a sua consagrada virgindade. Valeriano respondeu que só acreditaria se visse o anjo. Então, Cecília apresentou-o ao Papa Urbano para que o preparasse para o baptismo. Deste encontro resultou a conversão de Valeriano, que recebeu o baptismo e pôde assim ver o anjo ao lado de Cecília. O anjo segurava nas mãos duas coroas de flores simbolizando o martírio que em breve deveria glorificar Cecília e Valeriano. Tal como Maria Santíssima, Cecília teve a glória de se ter casado e permanecido virgem.

 

 

Oração de Santa Cecília

Ó, gloriosa Santa Cecília, apóstolo de caridade, espelho de pureza e modelo de esposa cristã! Por aquela fé esclarecida, com que afrontastes os enganosos deleites do mundo pagão, alcançai-nos o amoroso conhecimento das verdades cristãs, para que conformemos a nossa vida com a santa lei de Deus e da sua Igreja. Revesti-nos de inviolável confiança na misericórdia de Deus, pelos merecimentos infinitos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Dilatai o nosso coração, para que, abrasados do amor de Deus, não nos desviemos jamais da salvação eterna. Gloriosa Padroeira nossa, que os vossos exemplos de fé e de virtude sejam para todos nós, um brado de alerta, para que estejamos sempre atentos à vontade de Deus, na prosperidade como nas provações, no caminho do céu e da salvação eterna. Assim seja.

 

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